Palavras foram ditas. Idéias que precisavam ser ouvidas para que a certeza do racional se confirmasse.
Enlouqueci no melhor estilo “se conhecer melhor”, descabelei e desmontei. Logo você, tão centrada?!
“Eu sou racional. Pirei, virei drag, e voltei. Consciente que o que foi dito, mesmo saindo da boca da drag, ainda vinha do meu centro, d’eu centrada”
Me permiti sentir a protagonista que encarnava só até meia-noite. Sabia que os olhos fechados virariam para enxergar o que estava dentro. Tirando o lapso do vestido branco (vale salientar, algo inédito!) foi bem isso. E agora me lembro que eu não sou assim, e é um alívio ser eu mesma novamente. Deixe quem quiser (me, se, os, as) deixar. Deixe quem quiser falar.
Não conseguimos ver lá na frente, ninguém consegue. E daí? As certezas são parte do passado e o passado me ensinou que não mudou. Certeza.
Palavras foram escritas. Idéias que precisavam ser registradas para confirmar a sensação racional, o sinal de que há calmaria.